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Sunday, November 16, 2008
Saturday, April 12, 2008
Há coisas fantásticas não há?
Sempre gostei de conhecer criadores de arte.
Os chamados artistas. Não sei porquê, mas fascinam-me de uma forma imensa. Especialmente os músicos.
E não o compreendo por um motivo simples. Atente-se o exemplo: a música é universal. Não há ninguém que não goste dela. Cada um com o seu tipo ou género. Mas todos a ouvem, e cada um pinta na sua imaginação o quadro que mais lhe flúi ao sentir a vibração de cada nota que vai saindo de um instrumento. E talvez seja isso que as surpreenda, e que as atrai: a capacidade de individualizar o que é público e mundialmente conhecido. Mas muitas vezes isso fá-los ignorar quem as cria, ou então, pelo contrário, isso provoca um desejo incessante de os conhecer e querer segui-los de forma obsessiva e cega.
Mas cada música terá o seu propósito. A sua razão de ser. O seu motivo. Eu busco-o sem dúvida, mas temo não o alcançar. Certamente não o saberei interpretar objectivamente, e deixo-me levar pelo relativismo geral que fascina a maioria. No fundo o que ouço é também apenas meu, e corresponde a uma mera situação que idealizei.
Mas aquelas notas que me tocam profundamente levam-me antes de mais à procura da sua fonte: inicia-se a busca pelo seu criador. Deve ser fantástica a mente de um músico! Sinceramente deve ser espectacular. A capacidade de percepção da realidade que deve ter devem ser de tal forma superiores à minha, que lhe permite captar bem o que sente para depois transmiti-lo. É o saber ler a realidade e saber expressá-la.
É isso que me deixa fascinado. É essa raridade. É o dom deles.
Hoje, 12 de Abril de 2008, o David Fonseca toca no Coliseu de Lisboa.
E eu, que não poderei estar presente, contento-me com reflexões sobre música - onde a sua, para mim, tem grande relevo.
Os chamados artistas. Não sei porquê, mas fascinam-me de uma forma imensa. Especialmente os músicos.
E não o compreendo por um motivo simples. Atente-se o exemplo: a música é universal. Não há ninguém que não goste dela. Cada um com o seu tipo ou género. Mas todos a ouvem, e cada um pinta na sua imaginação o quadro que mais lhe flúi ao sentir a vibração de cada nota que vai saindo de um instrumento. E talvez seja isso que as surpreenda, e que as atrai: a capacidade de individualizar o que é público e mundialmente conhecido. Mas muitas vezes isso fá-los ignorar quem as cria, ou então, pelo contrário, isso provoca um desejo incessante de os conhecer e querer segui-los de forma obsessiva e cega.
Mas cada música terá o seu propósito. A sua razão de ser. O seu motivo. Eu busco-o sem dúvida, mas temo não o alcançar. Certamente não o saberei interpretar objectivamente, e deixo-me levar pelo relativismo geral que fascina a maioria. No fundo o que ouço é também apenas meu, e corresponde a uma mera situação que idealizei.
Mas aquelas notas que me tocam profundamente levam-me antes de mais à procura da sua fonte: inicia-se a busca pelo seu criador. Deve ser fantástica a mente de um músico! Sinceramente deve ser espectacular. A capacidade de percepção da realidade que deve ter devem ser de tal forma superiores à minha, que lhe permite captar bem o que sente para depois transmiti-lo. É o saber ler a realidade e saber expressá-la.
É isso que me deixa fascinado. É essa raridade. É o dom deles.
Hoje, 12 de Abril de 2008, o David Fonseca toca no Coliseu de Lisboa.
E eu, que não poderei estar presente, contento-me com reflexões sobre música - onde a sua, para mim, tem grande relevo.
Monday, July 16, 2007
Superstars?
Foi hoje lançado o novo single e respectivo vídeo de David Fonseca, intitulado Superstars.
O lançamento do disco será em Outubro(?), mas até lá poderão acompanhar algumas incursões por estúdio através dos Webisódios quinzenais que são apresentados no blog do David pelo próprio.
Thursday, May 24, 2007
Our Heart Will Beat As One
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"Eu pensava que o amor trazia a paz completa, mas não traz.
O amor só traz fragilidade; não traz mais nada.
O amor traz um mundo de coisas boas, mas há sempre um preço a pagar. Qual? Essa sensação de que somos muito vulneráveis. Há uma balança entre a vulnerabilidade e o que de bom existe no amor. E é aí que está, realmente, todo o mistério.
Não sou uma pessoa pessimista. Se eu fosse pessimista nem sequer faria música. A ideia do pessimismo está muito ligada à inércia, à ideia de que tudo é negativo e não vale a pena o esforço para mudar.
Não estou inerte.
Não tenho uma visão muito romântica da vida. O meu mundo é muito mais real do que romântico.
O romântico é o idealista, aquele que sonha com coisas que geralmente não acontecem.
Aos 32 anos tenho uma noção muito clara das coisas. Não romantizo. Dentro da sua imperfeição, as coisas reais são muito mais fáceis de compreender através do optimismo.”
David Fonseca
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