Saturday, October 27, 2007

Portugal vs Inglaterra

Não digam mais que a língua Portuguesa é complicada...
Don't say again that Portuguese language is complicated...
(Para ler em voz alta)
(To read it loud)

*Três bruxas olham para três relógios Swatch. Qual bruxa olha para qual relógio Swatch?

Agora em inglês / Now in English:

*Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?*

Foi fácil?... Então agora apenas para os especialistas.
Easy?... Then now only for experts.

*Três bruxas suecas e transexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?

Agora em inglâs / Now in English:

*Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch witch?

Então?... O português e assim tão difícil?...

Enviado por e-mail.

Lá Vai Menezes...



Luís Filipe Menezes já ia alto.
Apostado em renovar o PSD, lançou propostas fortes como a de uma renovação constitucional, ou a ideia de refortalecer o poder autárquico, construindo um país de base regional.
No entanto, estatelou-se no chão com esta ideia de que não deve haver referendo sobre o Tratado de Lisboa.
Ou é mais um Eurocrata, ou então onde se meteu a sua tão celebre ideia de que o poder está nas bases?

Wednesday, October 24, 2007

Tuesday, October 23, 2007

Descobertas recentes e tardias!



Só quando, através deste post publicado nas Portas do Cerco, tomei conhecimento da existência do blog Mas o Rei Vai Nu, é que percebi o que ando a perder desde Julho de 2005.

A ler qualquer um dos seguintes Posts:

"Apesar de trinta e três anos de intensivas lavagens ao cérebro (sem falar dos anos da pré-lavagem) o nosso povo demonstra uma coriácea indiferença perante factos supérfluos da nossa vivência. Perguntem-lhes pelo romance da Karina com o Joca (e o bebé do Aníbal) de uma qualquer telenovela e vão ver como as línguas se soltam; até vão parecer que estão numa qualquer sessão da correntje da felicidadje da IURD...
A canalha amestrada que nos vomita e regurgita a des-Informação ainda não compreendeu que o que é demais afoga e banaliza."




"Alguém se lembrou de perguntar àquelas azêmolas (entre as quais pontificavam criminosos de vulto) se as populações dos territórios sob administração portuguesa até 74 são hoje mais livres, mais felizes e mais evoluídas? Estão mais satisfeitas com os cleptocratas que os governam?
Porque é aí que está a questão e não num rançoso debate, tornado obsoleto pelo evoluir da própria realidade. Será que aqueles que descolonizaram a tempo se podem gabar de ter deixado uma herança de liberdade, democracia e felicidade nas suas antigas colónias?"


"Como é possível que a RTP se dê ao desplante de adquirir uma série americana em que os portugueses, através do seu rei e entourage são retratados como um povo sujo, cretino e atrasado.
Que um qualquer americas queira vender imagem e sexo à custa de um substracto histórico já é fórmula habitual. Como é sabido História não é o forte dos americas...
(...)
Em The Tudors, infelizmente, a aposta foi menos na história e mais na imagem e no sexo gratuito."

Sunday, October 14, 2007

Mas que bela e pertinente Questão!



Ainda não li o artigo, por isso limito-me a comentar a questão colocada na capa da Revista Única, que faz parte do Expresso desta semana...

Friday, October 12, 2007

A revisão do Código de Processo Penal



A ler: A revisão do Código de Processo Penal

Mas que grande Postal!

Na "casa" do Réprobo há um postal a não perder: Fátima à Luz da Escória

Isto há coisas....

Vindo do Réprobo...

Duplamente Roubados



Desemprego, falta de produtividade, educação deficiente e corrupção endémica. Estes quatro Cavaleiros do Apocalipse, que nos espreitam ao virar da esquina, já estão suficientemente identificados como sendo as razões do nosso atraso económico e social. Ainda esta semana o Presidente da República insistiu na prioridade da educação, e a corrupção voltou à ribalta com a acusação de João Cravinho de que os dirigentes do PS não lhe dão a importância devida.
Portugal é um país pobre de recursos, mas o nosso atraso não tem de ser assim. Os trabalhadores portugueses, mesmo analfabetos, são tão bons como os outros quando emigram. Nem todos enriquecem, mas a maioria ganha o suficiente para dar uma vida decente à família, amealham para construir uma casa na terra para quando regressarem de férias ou de reforma, e o dinheiro que enviam para Portugal foi durante muitos anos — e ainda é, em parte — um dos mais importantes recursos nacionais. A explicação clássica para esta diferença abismal da produtividade dos portugueses cá dentro ou lá fora é a qualidade empresarial. As nossas empresas são antiquadas, as empresas estrangeiras são modernas. As nossas vivem da mão-de-obra barata, as estrangeiras da maquinaria e das tecnologias. Mas esta é apenas uma parte da explicação, e uma parte menor. Um estudo exaustivo do Banco Mundial sobre a "riqueza das nações" partiu justamente do caso dos emigrantes mexicanos nos Estados Unidos, que são cinco vezes mais produtivos que no seu país, para concluir que o que determina o sucesso económico de um país não é a sua riqueza visível (recursos naturais como o petróleo ou a terra fértil, infra-estruturas como estradas ou fábricas ou capital financeiro) mas aquilo a que chamaram a "riqueza intangível": a confiança das pessoas na sociedade e nas instituições, o bom funcionamento da justiça, e as capacidades e competências humanas. Ou seja, o que faz com que os países prosperem é o seu capital humano e a qualidade das suas instituições. É por isso que a Suíça, um país pobre em recursos naturais, é um dos mais ricos do mundo, e Angola, que nada em petróleo, diamantes e terra fértil, um dos mais pobres.
A responsabilidade pela confiança nas instituições e na justiça depende apenas do Estado. E o Estado, digam o que disserem, não somos nós. Só o somos de quatro em quatro anos, quando votamos. No dia-a-dia são "eles", os ministros, os políticos, os directores-gerais, os funcionários, os juízes, os polícias. Se em Portugal não há uma grande "riqueza intangível" é porque alguém a meteu no bolso, como já se mete a outra riqueza, a tangível. É por isso que a corrupção nos rouba duplamente.

José Júdice ao Jornal O METRO

Wednesday, October 10, 2007

O Drama de Jerónimo...

Também no expresso desta semana...



Parece que ele não só reconhece, como sabe e aprova que o PC é um partido fechado, e assim o é desde o inicio.
Porque digo isto?
Porque o próprio Jerónimo e Sousa, líder do PCP, reconheceu que o "partido" - como lhe costumam chamar carinhosamente (como contava Zita Seabra) os seus militantes - foi o lugar onde aprendeu tudo o que sabe.
(Página 08 do Expresso)
Sabendo-se o que aquela "escola" ensina, parece-me que o actual líder comunista português, deve sofrer de algumas lacunas a nível de aprendizagem.

Conversão????

A propósito do post, não consegui ficar indiferente à fotografia....
será indicio de alguma coisa?



(Dedicado, claro está, ao Mário)

Safou-se bem!!!



"(As manifestações)São a festa da democracia. Uns protestam e outros aplaudem"

(aparte: só não sei quem aplaude...)

Digamos que apesar de não ser um método exemplar, nem correto (mesmo nada), e até vergonhoso, pois parece não ligar nada ao que os manifestantes estão a dizer, não deixo de pensar que José Sócrates se escapou bem da questão.

Tal como para a história do País (ou pelo menos "eles" tem tentado que isso permaneça na história,) vão ficar as expressões "Eles comem tudo e não deixam nada" da música de Zeca Afonso, ou "Fascismo nunca mais! 25 de Abril sempre!" célebre desde o PREC; a frase de José Sócrates, proferida ontem , após ouvir estas e outras tantas frases que saiam das bocas dos mais de centena e meia de manifestantes que se encontravam na porta da Escola Secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã, também conquistou o seu lugar.

Após ler esta noticia, fiquei boquiaberto.
Nem sabia se devia rir ou chorar.
Mas ri-me.

O país democrático é isto. A democracia é isto mesmo.
Têm hoje aquilo que desejaram e fizeram.
Queriam ordem? Não tivessem provocado a desordem através de uma revolução como a de Abril, que com o mote da liberdade para todos, leva a que cada um diga (e tem direito a dizer)o que quiser. E o primeiro-ministro não foge à regra.
É nisto que consiste a liberdade de expressão.

E José Sócrates não mentiu. Gozou apenas, e isso sim, pode e deve ser censurável, ainda por cima vindo de quem vem.
As manifestações fazem de facto parte da democracia. E também os aplausos.

No entanto parece-me que os aplausos, principalmente no caso do primeiro ministros, tem sido um tanto escassos(há?) não?

"Safou-se bem", como se diz na gíria, o nosso primeiro ministro, usando os meios que "lhe" deram...
E levaram todos uma "estalada de luva branca" "daquilo" que criaram.

Fique claro: não aprovo nem gostei do gesto, mas não deixo de achar que é muito bem feito para todos os ditos "anti-fascistas" e "democráticos".

O CDS/PP é o quê?



O Expresso desta semana noticia que Ângelo Correia quer "um PSD mais social-democrata" (portanto, mais à esquerda).
No entanto, o PSD não deixa de se considerar como "o maior partido da direita" (apenas quando a distinção de "direita" não é mal vista).

No mesmo Jornal, na página seguinte, Pires de Lima comenta a vitória de Menezes, considerando que o CDS/PP pode consolidar a sua posição de "único partido de direita", pois Menezes está colado no/ao centro-esquerda.
De seguida seguida, o mesmo Pires de Lima, afirma que o CDS/PP se concentrará mais no centro-direita - se pensarmos bem, faz sentido o que ele diz. Como Freitas sempre disse, o CDS é um partido centrista).
Mas afinal onde ficamos?
Direita ou Centro?

Por fim, termina a "entrevista" reafirmando que, com Menezes no PSD, e sendo ele um populista, Paulo Portas terá oportunidade de se tornar "mais credível e respeitável", concluindo, mesmo no final, que a vitória de Menezes também é boa para o CDS/PP, pois este, nunca no passado, se "deu mal" com o partido popular, ao contrário de Mendes.

Conclusão:

É uma pena que o CDS/PP não se assuma como um partido independente (que é, segundo os estatutos) e viva eternamente na sombra e dependente do PSD, que como o próprio é um vazio ideológico.
Para quando um CDS forte e objectivo, tanto ideologicamente como na prática?

Alameda Digital!


Numero Nove já no ar!

Monday, October 08, 2007

O Meu 5 de Outubro



Para mim o 5 de Outubro é um dia igual ao de todos os outros.
O deste ano primou, como diria o autor do blog Apdeites V2, pela bandalheira.
Mas isto é, infelizmente, algo a que já estamos habituados.
Não penso que seja por dias como este (o 5 de Outubro) que o mundo em geral, e Portugal particularmente, se torne melhor.
Portugal continua igual, com os mesmos problemas e as mesmas crises de sempre.
Não sou monárquico. Ou por outra: sou sem o ser.
Acredito num chefe. Num homem investido para comandar. Que se sobreponha a todos os outros e se apresente no lugar superior de uma pirâmide hierárquica.
Mas hoje a monarquia encontra-se desprovida de referências, e por isso, para mim parece pouco credível e, não nego, parece-me desprovida da "etiqueta" de solução, essencial para se apresentar como opositor perigoso a esta república falida.
Não sendo um monárquico "de primeira", sou um nacionalista. E bem sei que uma coisa não impede a outra.
Mas perdoem-me. Perdoem-me de mais uma vez dar razão a Salazar.
Tal como ele, eu partilho da ideia de que república ou monarquia pouco importa. O que importa é ter um Estado forte e ordeiro, que se concentre nos destinos de Portugal e não nas divisões partidárias.
Mas o 5 de Outubro de 1910 é uma data triste. Triste porque a ela estão automaticamente associados alguns dramas; alguns dos piores momentos da história portuguesa, como a morte do Rei D. Carlos e do príncipe herdeiro, D. Luís Filipe (e sim eu sei que foi no dia 1 de Fevereiro que se deu o regicídio, mas é impossível não relacionar um caso com outro), e a perseguição à igreja.
O Inicio da época que mais tarde seria conhecida pelo "governo na rua", ou pela da tentativa de fim do cristianismo em "duas gerações" como deixou claro, e pelas suas próprias palavras, Afonso Costa.
República essa que não era apenas contra o Rei, ou contra o estado frágil em que se encontrava o país, mas sim contra a ordem, e contra si mesma, e que como prova disso acabou assassinando um dos seus membros, Sidónio Pais.
Não é portanto um momento alto da história, e durante o período da 1º República, não podemos dizer que o país fosse uma "potência", dentro daquilo que o país permite.
Mas isto são factos históricos. E que como não trouxeram nada de bom, não se descortina o porquê de se festejar tais datas.

Só por curiosidade, a república em Roma inicia-se em 510, e em 2010 (não faz 100 como a nossa), faz 1020 anos.

Sorte!

Fazia tenção de postar isto, mas o Mário antecipou-se e poupou-me trabalho.




O Visconde da Ribeira Brava e o Regicídio

Para não variar, aproveita o tema para apresentar uma inteligente observação e introduzir uma boa questão:

"Se hoje a Causa Real e as Reais Associações funcionassem, nesta altura, a poucos meses do Centenário do Regicídio e a dois anos da Implantação da República, era possível criar um movimento popular de apoio à Monarquia. Agora, sem estruturas políticas, e a problemática é exclusivamente política, nada a fazer.
Mas a verdade é que o Ribeira Brava é um dos Regicidas, muito mais comprometido que, por exemplo, Aquilino Ribeiro."


É uma sorte, para mim e para a de todos os que lêem A Voz, ter a oportunidade de ler um blog como o do Mário.

Friday, October 05, 2007

Já cá canta!



A minha já cá canta! Ainda por cima, entregue pela mão do próprio Miguel Freitas da Costa.

Tuesday, October 02, 2007

Iberismo II

Sobre o tema, com uma opinião mais válida, mais inteligente e conceituada, deixo de opiniões "amadoras" e passo a palavra a um mestre e especialista no tema.



EM QUE CONSISTE EXACTAMENTE O PERIGO ESPANHOL

Iberismo

Dizia o Professor Jaime Nogueira Pinto, no documentário que apresentou na RTP sobre Salazar, que "hoje, no século XXI, membros da União Europeia e da NATO, tal risco (perda da independência nacional) pode parecer longínquo"
No entanto, a mim parece-me que hoje este é um tema bastante actual e, senão é um perigo, é pelo menos um tema que provoca forte discussão.

Caído o tema recentemente na discussão pública, pela mão do Nobel Saramago, a discussão tornou-se inevitável. E as reacções foram-se tornando públicas por toda a parte. Não havendo quase ninguém que não quisesse deixar de se manifestar.

Ora devido a esse propósito, não quis deixar de postar aqui alguns recortes de jornais que juntei sobre o tema, tendo em vista acrescentar mais alguns dados à questão.



Se o Semanário "Sol" revelou que 30% dos portugueses desejam uma união com Espanha, devemos perguntar-nos porque razão têm tal desejo.
Sabemos que temos história. Uma história bem maior que a do nosso pequeno rectângulo territorial situado na ponta ocidental da Europa. Mas é também um facto que a independência não existe apenas territorialmente. Portugal pode orgulhar-se de ser um país reconhecidamente autónomo; mas não seremos também independentes dependentes?
Passando das perguntas retóricas ao caso concreto, o que quero dizer é que hoje Portugal é uma país dependente, principalmente dos lugares onde se meteu. A nível económico estamos demasiado dependentes da União Europeia, e nem vale a pena observarmos com atenção o nosso nível de importações a nível de consumo, pois o resultado diria que a maioria vem de Espanha. Em caso de crise grave que faremos?
Ou seja, se sendo membros da NATO e da UE consolidamos a nossa independência terrestre, a nível económico estamos cada vez mais dependentes. E isso também é um problema que condiciona a nossa liberdade.
Não resisto mais uma vez a relacionar este caso com o de Salazar, e a citar o professor Marcelo Rebelo de Sousa que dizia que Salazar considerava que era necessário "haver uma liberdade controlada", pois como dizia o professor Jaime Nogueira Pinto no documentário acima referido, Salazar sabia "que sem a liberdade de Portugal, não existe liberdade dos portugueses". E por isso o professor de Coimbra tanto se preocupou com o problema económico.
E parece que as pessoas também já começam a perceber o problema das relações Portuguesas com a UE, mesmo sem nenhuma defender a saída de Portugal de tal união.



Triste para mim, é ver a falta de amor ao país que isto denota. A história, o passado, nada interessa, tudo ficou para traz. Onde colocaremos então aqueles que no passado se bateram pela nossa pátria?
E quem nos defenderá quando corrermos perigo?
Sinais dos tempos e dos valores.
E que tristes sinais...

Monday, October 01, 2007

Adenda ao Post Anterior



Acho que o Herman tem perdido graça com o passar dos anos, mas foi objectivo.