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Sunday, January 14, 2007

Mas afinal....



Eu bem sei que José Socrates é, antes de mais, um português.

Sei que também é um cidadão deste país como todos os outros.

Sei até que tal como qualquer outro tem direito ao voto.

E sei também que é lider do partido socialista.

Mas também sei que ele é o primeiro ministro deste país.

-Mas afinal Senhor "doutor", você é primeiro-ministro de Portugal ou só dos portugueses que votam sim na questão do aborto?
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inspirado em artigo do DN

Thursday, December 07, 2006

Obrigado!

Ontem percebi que não sou um incompreendido!

Fui ontem assistir ao lançamento da plataforma "Não, Obrigado".
São estas iniciativas que se devem louvar neste país. Um grupo de cidadãos apartidários, livres e que exercem a sua liberdade democrática dentro dos limites permitidos, que lutam ainda nos dias de hoje pela verdade.
Não procuraram ofender o "sim", mas demonstrar que a questão que se coloca no dia 11 de Fevereiro é a liberalização total do aborto até às 10 semanas, e não aquela frase que procuram atirar aos olhos das pessoas de que o que está em causa é a liberdade da mulher.
O resultado do inquérito realizado pela universidade Católica, faz-me sentir muito compreendido, visto que já num post anterior o havia referido (num tom um tanto irónico), e coloca também uma questão engraçada na sociedade: Como é que alguém pode abortar quando na maioria, os inquiridos são da opinião que vida humana começa "desde o momento da concepção" (54,2 por cento) ou "desde o momento em que bate o coração" (20,7 por cento)?

Outro ponto a ter em conta, mas que até hoje ninguém revela é que, na sua maioria, (75,6 por cento) as mulheres que atravessassem um momento de dificuldade ou dúvida sobre a sua gravidez, gostariam de ser ajudadas e apoiadas para poderem ter o bebé.

Porque é que o estado em vez de votar o aborto e ajudar a criar estas mães a ter os filhos, vai investir em clínicas especializadas em abortos?
Mais uma vez este grupo de indivíduos que apoiam o "Não" me fazem sentir que não estou só no mundo! Tal como à algum tempo escrevi, não será melhor e da preferência da generalidade, que o dinheiro dos impostos dos portugueses fosse para outras coisas que não abortos?
E que tal o ensino?
A Ajuda de berço?
As Irmãs dos Pobres?
etc...

Para terminar, queria só relembrar que, além de tudo isto e segundo as estatísticas europeias, a liberalização do aborto nos vários países da Europa resultou num aumento do número de abortos e não resolveu os problemas os tais problemas sociais de que tanto se fala.

Por tudo isto, não se esqueça, dia 11 de Fevereiro vote:

Tuesday, November 14, 2006

E ainda mais uma vez...

Neste país não há serviços de urgência suficientes...
Não há clínicas suficientemente equipadas para receber doentes...
Não há clínicas suficientemente equipadas para prevenir e tratar o cancro...
Não há dinheiro...
Não há escolas...
Não há hospitais...
Fecham-se Maternidades...
Não há condições para um doente adquirir um pacemaker...
Não há dinheiro para as reformas
Há pessoas sem casa...
Há pessoas a morrer há fome...
Há um índice de idosos muito elevado...
Há um enorme número de desempregados...
Há um enorme número de senhoras que querem ser mães e não podem...
Há tantas coisas...

E agora ainda querem legalizar o aborto....
E como ele, construir clínicas próprias para tal...

Mas afinal há dinheiro ou quê?

Com franqueza!

Saturday, November 11, 2006

Friday, November 03, 2006

O Cornudo, o Burro e a Vaca!

E agora um pouco de parvoisse sobre o tema!



Comecemos pelo fim!

A Vaca

Penso que o mais obvio dos 3 animais, o mais fácil de explicar e a vaca.
Racionalmente, só o nome "vaca" representa já algo na sociedade de hoje.
Cada vez mais, a vaca ganha peso na sociedade, o que não é de estranhar, visto que cada vez mais se entranha na sociedade portuguesa a cultura de tarados.
Pois bem, as "vacas põem-se a jeito" e pimba: daqui a nove meses, bebe pela certa.
E depois que se faz?
Hoje neste país propõem o aborto.

Passando para o Cornudo!

Tal como a vaca, o cornudo começa a ganhar peso na sociedade, principalmente graças ao trabalho da "vaca", mas isso são outras contas.
A relação que pretendo fazer é simples e nada tem a ver com a vida familiar e doméstica. Ou pelo menos não tanto como pretendem.
Ora pois bem. O cornudo é por si só um elemento que possui uma córnea, quer ela seja palpável ou não. Faço-me entender? Não? Então vejamos...
Para além do tradicional animal cornudo que é o toiro (muitas vezes também designado por boi, ou mesmo vaca!!!), começa a surgir um pouco por todo o mundo, uma nove geração de cornudos - o tradicional homem a quem a mulher, devido às suas travessuras, o engana, e lhe coloca aquilo que na gíria se costuma definir como "um valente par de cornos" - que só agora se percebeu que tem uma certa afinidade com o burro, mas isso depois se verá. Não só esta raça existe, mas depois existe outra que reclama um par de cornos na cabeça, sem ninguém perceber muito bem porquê. Esses Costumam encontrar-se junto de praças de toiros, fazendo campanha contra a tradição nacional e a opressão e violência que, dizem, é exercida sobre os animais. Ora o cornudo, como homem pensante, procura (penso eu!!!) procurar a coerência, sendo que prefere proteger os familiares, ou seja os toiros, as vacas, e os animais chifrudos, em vez de crianças, que são tão frágeis, que nem um par de cornos têm para se defender. "Os animais Sim! As pessoas Não!" ou "Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos animais" são algumas das frases que proclamam por ai!
Não se importam de sofrem injustiças pelos animais, mas preferem comete-las a votar numa lei que pretende matar criancinhas.
"Não arranquem a pele ao bicho, Mas espetem uma faca no bebe" - que incoerência!! Mas que festival é este? O bicho é um coitadinho que não se pode defender?
Então e o bebe?

O Burro

O burro é a terceira hipótese do português que vota pelo aborto, mas que no fundo e o resultado dos outros dois!

Pobres animais!!!

Ou Portugal é um país muito infiel, ou não se percebe como há tanta preferência pelos bichos e tanta violência contra as crianças!!!!

Votem NÃO se não querem ser animais.

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Imagens retiradas respectivamente de:

http://matias.skocir.escornudo.com/

http://www.lewiston.k12.id.us/staff/sbranting/special.htm

http://www.uco.es/~cc0semop/animales/paginas/image14.htm

Tuesday, October 31, 2006

A caminho da Anarquia!



ANARQUIA - Do Grego an-, y arke, contrario de autoridade.

Oh meu Portugal para onde caminhas?

Ontem no Programa Prós e Contras da RTP, deparei-me com o ridículo e horrendo caminho que o meu país está a percorrer.
Mais uma vez se invoca a história.

Olhando para o passado, reparasse no crescimento de liberdade que se verifica. Há 50 anos o aborto ou os casamentos entre homossexuais seriam impensáveis. Hoje a liberdade permite que estes assuntos sejam discutidos. No entanto, se no tempo de Salazar se queixavam da censura, hoje pode dizer-se que nada parece ter adiantado. O país pouco ou nada evoluiu nesse sentido, ou então, assim parece.
Nos dias de hoje é frequente ouvir a frase: "andámos nós a lutar contra o regime, para hoje sermos na mesma oprimidos". Curioso: não teve sucesso a revolução?
Passando à frente.
O Homem é dotado de uma capacidade de que pouco se serve: a razão, e uma outra de que muito se serve: uma vontade de querer sempre mais.
No programa de ontem, Prós e Contras, verifica-se bem o que acabo de dizer.

Uma senhora faz uma intervenção que vou tentar recriar da forma mais fiel à verdade:
"Já estou farta de ouvir aqui falar que não se quer condenar a mulher. Então pergunto porque não se liberaliza o aborto? Essa é a única solução de não enviar mulheres para a cadeia."

Gostaria de explicar a essa senhora alguns pontos que creio que ela não deve conhecer!

Sabe que vivemos num estado democrático, num estado de direito.
O direito serve para regulamentar a sociedade. Regular as relações entre pessoas.
O que propõe é algo tão ridículo, que só pode ser considerado se vivêssemos num estado anarquista.
Se eu fosse apanhado bêbado a conduzir seria preso. Mas é claro que eu não quero ser preso. Ora para eu não ser preso, vamos abolir a lei que me proíbe de beber caso conduza?
Se eu matasse alguém, eu seria preso, mas para eu não ser preso iríamos abolir a lei que afirma é proibido matar?
Vamos abolir todas as leis só porque não gostamos das consequências que nos impõem quando não as cumprimos?
Se as mulheres não querem ser presas não abortem!
O estado não tem nenhum prazer em prender pessoas, porque para além de todos os inconvenientes que traz a nível familiar ou social, ele constitui mais uma despesa para o estado.

Seja razoável e não queira ter tudo.

Tuesday, October 24, 2006

A Superioridade do Indivíduo



Por vezes gostava de ser superior!
Não me preocupar com politicas, nem discussões de ética ou de moral.
Gostava de me poder sentar aqui e falar do que me apetece, do que realmente importa.
Escrever sobre as coisas que nos acontecem e nos aquecem a alma.
Os nossos tempos bem passados.
A nossa Razão.
A nossa chama.
Mas depois de alguns minutos de ilusão, eu caio em mim.
Lembro-me que toda a politica é muito importante e que não é apenas a "coscuvilhice" que as pessoas fazem dela.
Que a vida é resultado de onde voto.
É resultado da minha escolha.
E que os problemas como o aborto, a eutanásia, etc. não são apenas problemas de "não ter dinheiro" ou "condições", mas sim de vida ou de morte.

Wednesday, October 11, 2006

Curiosidades deste País

Não esperem que neste pequeno parágrafo eu revele tradições nacionais raras. E muito menos esperem dele um pequeno roteiro de Portugal, onde eu indicaria grandes locais cheios de luz e história, ideais para portugueses e turistas visitarem.
Não! Tudo o que este parágrafo faz, é colocar uma questão. Se em Portugal, a taxa de idosos é de cerca de 20% e ainda mais se espera nos próximos anos, valerá a pena legalizar o aborto? Num país que precisa de crianças e jovens, será que se deve aprovar uma lei que apenas inviabilizará mais o rejuvenescimento da população portuguesa? Ou será que apenas se deve divulgar os Morangos com Açúcar e implantar (ainda mais???) em Portugal a chamada "cultura da fod*" para revitalizar o país?
Será esta a solução?

(para mais informações ver, por exemplo:
http://www.p3msolutions.com/portal/ficheiros/Rede_Cuidados_Continuados.pdf )

Saturday, October 07, 2006

O Seu Filho Uma Ova!!!!

Excerto de uma conversa entre Médico e Paciente durante uma ecografia.

Médico (apontando para o ecrã) - Sabe o que é isto minha senhora?
Paciente - Não acredito Senhor Doutor. É O MEU FILHO!!!
M - Desculpe?
P - O MEU FILHO DOUTOR.É O MEU FILHO!
M - Tem a certeza?
P - Tenho! Claro que tenho! Mas o que se passa Doutor? Não se vê que é o meu filho? Há algum problema? Diga-me Doutor. Que se passa?
M - Quer dizer...problema não há. Eu sei que é o seu filho, mas acho estranho a senhora dize-lo.
P - Mas porquê Doutor? É o meu filho! É normal as mães preocuparem-se com os filho! Não é?
M - Tem toda a razão! Mas é que nunca vi um pouco de, como dizer... "nada", passar a filho!
P - Desculpe?
M - É que ainda à uns tempos a ouvi dizer que um feto até as 10 semanas não era nada. E lembro-lhe que este tem apenas 8. Tem a certeza que isto é o seu filho?

Monday, July 17, 2006

Luta da vida???? Deve estar enganado...

Estava agora a ler o Diario de Noticias e dou de caras com esta noticia:

http://dn.sapo.pt/2006/07/17/nacional/sim_aborto_referendo_e_combate_vida_.html


Confesso que ainda contenho uma certa irritação depois de ler isto.

Em primeiro porque "luta de vida" será de todos os titulos o menos indicado(como e que se coloca uma palavra como "vida", numa campanha que pretende aprovar o aborto); em segundo lugar, porque já estou farto deste assunto.

Estamos sempre a discutir os mesmos assuntos. Só porque a lei que o PS propõe não foi aprovada em devida altura, voltamos a votá-la. Deverá ser assimaté ao dia em que ganhem as eleições. Depois... disso já não se fala.

Outro ponto é esta cultura do "por a jeito", para não dizer pior. Sabemos lá com quantas pessoas nos encontramos na rua, que só nasceram por esta lei que pretendem aprovar não existir. Se são felizes? Não sei. Ninguém sabe. Só eles.
Mas sejamos razoáveis. Agora só porque e muito bom ir para a cama, e muito bom ter relações, vamos fazer isto todos os dias e depois vamos livrar-nos de responsabilidades. Se não querem crianças infelizes, não as criem.
Em vez de ensinarem e incentivarem as pessoas a ter relações, procurem preveni-las.
Assim evitam-se tristezas maiores do que as que se pretendem evitar.