Wednesday, May 24, 2006

O amor e a razão

O Homem não é talhado para seguir os seus instintos, mas sim para amar. Daqui coloca-se a pergunta: não será amar um instinto, um instinto racional?

Ao amor pode-se aplicar a definição Kantiana de fenómeno e númeno – sabemos que existe através da experiência ao o observar inserido em acções que nos rodeiam, mas nunca o conhecemos na sua plenitude, não por ele não se dar a conhecer, mas sim pelo contraste existente entre estas duas dimensões – a nossa é limitada, enquanto a do amor se mostra como sendo infinita. Ora, Deus é amor…

1 comment:

Tiago Bianchi said...

... uma posse, sim, mas inesgotável!!